Venda de Cão de Guarda Em Torres RS - WalkerDog

Pastor Alemão, Pastor Belga Malinois e Rottweiler

Venda de Cães de Guarda Em Torres Rio Grande do Sul- WalkerDog


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Nossos cães são selecionados para trabalho de faro e proteção, excelentes amigos da família, confiáveis com as crianças, mas protetores contra invasores, possuem adestramento, campo e pista de esporte para se exercitar e controlar energia, são criados junto de nossas crianças com total confiança, vacinas importadas e ração premium. Filhotes só são vendidos com atestado de saúde por veterinário. Com a crescente violência, o despreparo da segurança pública e privada, estamos cada vez mais desprotegidos.

Cães são auxilios indispensáveis na segurança, não temendo arma de fogo, não aceitando suborno e treinado são poderosos guardiões contra invasores. Veja como um cão pode proteger sua família

Venda de Cão de Guarda ou Proteção da Raça Pastor Alemão em Torres RS

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O Pastor Alemão Capa Preta é um dos cães mais inteligentes e é muito dedicado à sua missão. É uma raça muito versátil, devotado, leal e fiel aos donos. Convive muito bem com outros animais domésticos.

Eles são cães calmos e ficam ainda mais quando adultos. Não é um cachorro medroso, adora receber carinho e elogios da família. É um cão vigilante e alerta e pode ser um pouco reservado com estranhos. Caso não deseja tê-lo pra guarda, acostume-o desde cedo à presença de visitas e pessoas que ele não conheça.

O pasto alemão é um cão muito atento e tem um olfato invejável, por isso é muito usado pela polícia, sendo até chamado de “cão policial”. Na polícia ele é usado para ataque, rastrear drogas, buscar corpos em escombros e localizar pessoas desaparecidas.

O Pastor Alemão tem mais o perfil de defesa do que de ataque. Não deve ser criado pra atacar, pois pode se tornar muito violento. É uma raça que se dá bem com crianças e idosos, são pacientes e tranquilos.

Adestramento de Pastor Alemão: Pastor-alemão ou cão-lobo-da-alsácia é uma raça canina proveniente da Alemanha. Em sua origem era utilizado como cão de pastoreio de rebanhos. Atualmente é mais utilizado como cão de guarda e companhia.

Venda de Cão de Guarda ou Proteção da Raça Pastor Belga Malinois em Torres RS

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Sempre alerta e em movimento, o Pastor Belga é bastante brincalhão, vigilante e protetor além de ser um cachorro muito forte. Ele pode ser indiferente com estranhos e alguns podem ser bravos e até avançar. Esta raça é inteligente e dócil mas independente. Ele é o protetor de sua casa e família. O pastor belga milanois é a raça mais utilizada pela polícia norte americana.

O Pastor Belga precisa de exercitar bastante, o que pode ser uma corrida longa ou um uma seção longa e cansativa de brincadeiras como correr atrás de uma bolinha. Ele precisa de espaço para se movimentar durante o dia e faz melhor e por isso será ótimo se tive um quintal grande. É necessário levar para escovar e pentear seus pelos duas vezes por semana. Sua pelagem dupla precisa escovar e pentear duas vezes por semana.

Adestramento de Pastor Belga Malinois: Pastor-belga Malinois é uma das quatro variedades da raça Pastor-Belga, originária da Bélgica. De pelagem curta, de cor fulvo-encarvoada, é nativo da região de Malinas e tido como um dos mais comuns entre os pastores belgas

Venda de Cão de Guarda ou Proteção da Raça Rottweiler em Torres RS

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O Rottweiler é um cão amável e divertido, mas ao mesmo tempo ele é muito poderoso. Um adestramento de obediência de rottweiller adequado desde filhote e a socialização são extremamente necessários. Essa raça pode ser muito territorial e protetora de sua família e casa. Rottweilers podem ser bem intimidadores e ainda carregam a fama de serem bravos, mas eles são ótimos para famílias e podem ser muito dóceis também.

O Rottweiler tem um pêlo curto e brilhante, de fácil manutenção. Escovar regulamente para tirar o excesso de pelos mortos é suficiente para mantê-lo bonito. Dar banho com muita frequencia vai tirar a oleosidade natural de sua pele, causando sérios problemas dermatológicos.

Rottweilers adoram aprender e serão excelentes se tiverem oportunidade. Treino de obediência é essencial, já que essa raça pode se tornar bem destrutiva se não for estimulada. É preciso uma pessoa forte, firme e dominante quando for treinar esse cão poderoso. O Rottweiler é extremamente inteligente para adestramento e se sai muito bem em diferentes esportes, mas também pode ser teimoso. Ocupam o 9º lugar no ranking de inteligência canina.

Adestramento de Rottweiler: Rottweiler é uma raça canina desenvolvida na Alemanha. Cão criado por açougueiros da região de Rottweil para o trabalho com o gado, logo tornou-se um eficiente animal de guarda e pastoreio, além de ser útil na tração.

Dados para contato e localização

centro canino walker dog - contato

Adestramento de Cães em Torres Rio Grande do Sul
Cidade: Torres
Estado - País: Rio Grande do Sul - BRA
Telefone: 55 (51) 9 97613537 (vivo) e (51) 9 91519690 (claro)
Email : alexsandro0113@hotmail.com
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Vídeos de Venda de Cão de Guarda ou Proteção do Centro Canino WalkerDog

Cão de guarda evita roubo carro - simulação

Vídeo 04 WalkerDOG Cão salvando o dono de perigo

Sequestro com refém termina mau. Cães e homens juntos!

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O Centro Canino WalkerDog Vende de Filhotes de Cães de Raça para moradores de diversos municípios

Dados de Torres - RS
Area em km2= 160
Populacao = 34656
PIB Per Capta = R$ 0

HISTORIA
Pré-história[editar | editar código-fonte] A região de Torres, cidade litorânea do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, vem sendo habitada pelo homem há milhares de anos. Os primeiros a percorrê-la foram grupos de caçadores-coletores-pescadores oriundos do norte do continente, e que deixaram diversos vestígios na região sob a forma de sambaquis, grandes montes artificiais de conchas onde são encontrados frequentemente sepulturas humanas e objetos de pedra e osso como machados, pesos de redes, anzóis, pontas de flechas e esculturas representando aves, peixes, cetáceos, quadrúpedes e raros antropomorfos, além de outros artefatos. Estas populações acabaram, durante o Neolítico, por iniciar um processo de fixação no local, adaptando-se para um modelo sedentário, domesticando plantas como o milho, amendoim, tabaco, pimenta e batata para cultivo e se tornando agricultores. Desta fase também são encontrados vestígios de índios da chamada Cultura Taquara, agricultores do planalto que vinham ao litoral sazonalmente para pescar e coletar moluscos, a fim de complementarem sua dieta, fazendo acampamentos em zonas limítrofes entre a restinga e as dunas. Mais ou menos na mesma época a região sofreu uma invasão por nova onda migratória, desta vez composta pelos guaranis, cuja cultura era mais avançada e cujos relictos são mais complexos, incluindo cerâmicas e objetos rituais, além de se supor que tivessem já desenvolvido também a cestaria, a arte plumária e a tecelagem.[7][8][9] Colonização portuguesa[editar | editar código-fonte] A geografia da área de Torres é singular. Estando numa longa planície litorânea que vai de Laguna até depois do Chuí, uma das mais extensas praias arenosas contínuas do mundo, salienta-se nesta paisagem por ser possuidora dos únicos afloramentos rochosos à beira-mar, as chamadas "torres" de basalto vulcânico que lhe deram o nome. Neste local, além disso, a planície costeira, que ao norte e sul é mais larga, se afunila, o que fez deste ponto uma rota de passagem obrigatória para todos os que não quisessem transpor entre sul e norte tendo de percorrer os planaltos da Serra Geral. Os índios em suas movimentações já haviam percebido que Torres era um caminho natural, e haviam aberto picadas por ali antes de os portugueses chegarem.[10] A colonização da área pelo homem branco iniciou não muito depois da Descoberta do Brasil em 1500. Uma carta de 1639 do rei Filipe IV de Espanha ao vice-rei do Peru Marquês de Mancera diz que desde tempos antes os paulistas vinham avançando sobre o litoral sul do Brasil. As trilhas abertas pelos índios se tornaram o caminho usado pelos portugueses ao longo do século século XVII, vindos do norte, para irem pouco a pouco se apossando de um território que pela lei da época pertencia à Espanha, por força do Tratado de Tordesilhas - a parte portuguesa encerrava na altura de Laguna, em Santa Catarina, bem mais ao norte. Uma crônica de Jerônimo Rodrigues narra que ali era a fronteira da nação indígena ibirajara, que dominava até o Rio Mampituba, tendo os patos ou carijós ao norte, mas que estavam sempre incursionando uns em terras de outros.[10][11] Entre os pioneiros brancos que se aventuraram por aquelas paragens estavam caçadores de escravos, que vinham em busca de índios, e tropeiros que vinham arrebanhar o gado que se multiplicava livre no pampa. E Portugal ignorando os tratados permanecia avançando sobre terras da Espanha. Depois da fundação de Rio Grande em 1737 na barra da Lagoa dos Patos, no litoral sul do estado, os portugueses fundaram um registro militar na altura de Imbé em 1738. Porém, este não dava conta do controle de toda a área até a Serra, e se viu necessária a posse do estreitamento da planície costeira mais para o norte, onde Torres iria nascer. O primeiro local escolhido foi as pedras de Itapeva, cerca de 60 km ao norte de Imbé, criando-se outra guarnição militar, mas a qual, da mesma forma, se mostrou insuficiente, ainda não cobrindo uma última picada pela qual os contrabandistas de gado podiam passar sem ser vistos. No fim do século XVII já era registrada a presença de alguns residentes luso-brasileiros dispersos por esta região.[10] A partir de 1761 é registrada a concessão de algumas sesmarias entre Itapeva e o Rio Mampituba, fixando novos colonos.[12] Em 1777 foi erguida no flanco oriental do Morro das Furnas uma bateria com dois canhões, chamada de Forte de São Diogo das Torres, com o objetivo expresso de controlar os espanhóis que nesta altura haviam dominado a Ilha de Santa Catarina e ameaçavam avançar para o sul. O local foi escolhido por proporcionar uma visão elevada e desobstruída em um largo círculo. Porém, diante do armistício, o forte foi abandonado, mas o valor estratégico deste ponto continuou sendo reconhecido e aproveitado. Por isso, o tenente-general Sebastião Xavier da Câmara, governador da Capitania do Rio Grande de São Pedro, mandou o engenheiro José de Saldanha erguer em 1797 uma nova guarda e registro militar para controle e pedágio da passagem terrestre, com duas peças de calibre 4 e um destacamento de soldados. O forte era apenas uma guarnição de madeira e palha, com uma casinha de pedra e telha para abrigar a pólvora.[10][13] Em 1801 assumiu o comando da guarnição o alferes Manuel Ferreira Porto, considerado o fundador da cidade.[14] Com a criação dos primeiros municípios da capitania, em 1809, esta área recaiu sob a jurisdição de Santo Antônio da Patrulha, tornando-se o Distrito das Torres.[12] Um dos primeiros registros visuais do litoral torriense, feito por Debret no início do século XIX. Início da urbanização[editar | editar código-fonte] Não há mais notícia do local até 1815, quando por ali passou o Bispo do Rio de Janeiro, Dom José Caetano da Silva Coutinho, cuja diocese se estendia até esta capitania. A pedido de alguns rancheiros da região, autorizou a ereção de uma capela. Em 1818, por despacho do Marquês de Alegrete, foi concedida uma área de 150 braças quadradas para formação de um povoado e construção do templo, que entretanto iniciou e logo parou pela extrema pobreza e desunião dos locais. O ano seguinte marca a chegada do brigadeiro Francisco de Paula Soares de Gusmão, enviado pelo Conde da Figueira, governador da capitania, para reforçar a fortificação, que já estava novamente em ruínas, e inspecionar a barra do Rio Mampituba e o litoral norte, para verificar se por ali podiam se desembarcar invasores espanhóis. Francisco fez como ordenado, e concluiu que um desembarque era impossível, dada a ausência de um porto natural e por ser um litoral perigoso para navegação. A ameaça espanhola que voltara a assombrar os lusos no fim não se materializou, e o forte deixou de ter razão de ser. Francisco recebeu ordem de se retirar para a capital, mas percebendo a boa posição geográfica do lugar e seu potencial econômico como passagem muito frequentada para a Capitania de Santa Catarina, pediu para ficar e assentar definitivamente a desejada capela para socorro espiritual de muitos em uma área de 40 léguas em torno, que precisavam se deslocar até Osório ou Laguna para o culto. Aprovada a solicitação, o conde mandou em 1820 iniciar à "Povoação das Torres" com algumas índias de Taquarembó. Francisco de Paula as tomou e fez que casassem com brancos, e fossem morar num arraial erguido às margens da Lagoa do Violão. Logo deu início às obras da capela, e antes que ela se concluísse mandou vir para capelão o padre Marcelino Lopes Falcão. No Natal de 1820 foi ouvida a primeira missa.[15] A passagem do Mampituba, segundo Debret, início do século XIX. Em meados do mesmo ano a visitara o naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que deixou vívido relato da paisagem, da natureza e da vida dos residentes. Ao chegar encontrara o alferes Porto comandando cerca de 30 escravos índios a trabalharem nas estruturas do forte. Em Itapeva pernoitou num casebre de treliça de estacas e folhas de palmeira, "sem porta e (com) um quarto desprovido de janela e mobiliário, onde a roupa branca e o vestuário de toda a família são estendidos sobre traves". Em contraste com a pobreza da habitação, a senhora usava um traje elegante e os cabelos penteados com gosto. Na Estância do Meio, quatro léguas adiante, viu apenas "algumas miseráveis choupanas". Para as refeições "desenrolam uma esteira no chão e aí servem a sopa, reunindo-se toda a família ao redor".[16] Entretanto, Francisco disse que o comando militar passou para o alferes Porto somente no ano seguinte, e então a atividade teria esmorecido. Proclamada a Independência, passando por ali em 1824 o novo governante da ora Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, o Visconde de São Leopoldo, percebendo as potencialidades do sítio e reconhecendo o bom trabalho anterior de Francisco de Paula, voltou a encarregá-lo do povoamento e finalização da capela, o que ocorreu em 1825, quando foi elevada a capela curada. A capela, atualmente conhecida pelo nome de Igreja de São Domingos, se tornou um chamariz para várias outras famílias que já estavam por ali arranchadas, crescendo o povoado em seu redor, que em quatro anos já tinha passado das mil almas. Francisco de Paula, na correspondência que deixou, se revela um entusiasta pelo projeto, ajudando novos moradores a se estabelecerem, abrindo ruas, instalando fontes, criando um cemitério, casa paroquial, presídio e outras benfeitorias, muitas vezes às suas próprias custas, além de solicitar ao governo da capitania que enviasse outros recursos humanos e materiais. Já nesta época começou a imaginar a construção de um porto e regularização da barra do Mampituba.[17] Em 1826 a Câmara de Santo Antônio da Patrulha iniciou a instalação de mais de cem famílias de imigrantes alemães, protestantes nas colônias de Três Forquilhas e católicos em São Pedro de Alcântara, a poucas léguas para o interior do núcleo inicial do Povoado das Torres. Um viajante alemão em passagem, Carl Seidler, contudo, disse que a distribuição dos lotes foi desigual, os católicos recebendo os melhores, o que causava frequente atrito com os protestantes, chegando a se registrar "não raro conflitos sangrentos e até mesmo os mais bárbaros morticínios". Disse mais, que a região ainda era assolada por índios, que matavam gente e causavam destruições, com a consequência de a população decrescer em vez de aumentar.[12][18][19] Debret: Vista dos fundos da Capela, a partir do topo do Morro do Farol, início do século XIX. Francisco de Paula permaneceu dirigindo o povoado por cerca de dez anos, e mais tarde deu um relato sobre as condições de vida por então: "Os socorros de peixe de água doce e salgada, unindo às produções de gêneros da primeira necessidade que superabundam no Distrito, favorecido pela natureza, permite afiançar que na Província não há certamente um lugar como as Torres para a pobreza viver. Ali a banana, que faz muita parte no alimento dos escravos e crianças, é efetiva todo o ano; as batatas chamadas inglesas, este pão dos Colonos, na falta do milho, abunda por toda parte, dando duas colheitas ao ano.... É fecundíssimo o Distrito das Torres, nele não se conhece seca.... e por isso os lavradores todos os anos têm duas colheitas de feijão e milho.... A mandioca também há em muita abundância, de modo que a farinha se chega a vender por baixo preço. As terras do Distrito são incomparavelmente boas para a agricultura.... Há muita terra apaludada própria para a plantação do arroz, era neste ramo da agricultura que eu desejava ver os habitantes empenhados.... É riquíssimo o Distrito de madeiras de construção e por isso se conserva com os de Palmares e Mostardas um comércio muito efetivo.... os Mostardenses trazem de seu distrito cavalos, bois, vacas e com estes gêneros compram carretas, charque, graxa, trigo, centeio, peles de carneiro, couros para curtir e alguns tecidos de lã, mas em troca levam nas suas carretas milho, feijão e farinha. Os serranos também fazem grande tráfego com as Torres".[20] Apesar das visões positivas de Francisco, sabe-se que a sobrevivência do povoado era precária, agravada por frequentes desentendimentos entre os locais e a Câmara de Santo Antônio por causa de impostos excessivos, interditos arbitrários sobre a pesca, divisão irregular de terras e outras disputas, e pela eclosão da Guerra dos Farrapos em 1835, que criou uma situação de penúria e tumulto, sendo alternadamente ocupada por forças imperiais e farroupilhas. Em pleno conflito, em 1837 foi elevada a Freguesia com o nome de Freguesia de São Domingos das Torres.[21] Herrmann Rudolf Wendroth: A praia da Guarita, 1852. Os relatórios oficiais da época são repletos de queixas pelas más condições gerais e de súplicas por envio de ajuda da capital. Em 1846 havia apenas 187 proprietários registrados na cidade e menos de 150 eleitores. A soma desses fatores acabou por levar à emancipação em 1857 do então Distrito de Conceição do Arroio, hoje Osório, separando-se de Santo Antônio e incorporando a si o Distrito das Torres. Nesta altura a navegação interna pela rede de lagoas e canais da região começava a se tornar mais intensa, criando uma ligação entre o litoral norte e Porto Alegre por onde passavam pessoas e bens. Vários deputados e administradores locais tentaram promover o progresso, havia na prática um consenso de que a região tinha um grande potencial ainda inaproveitado, mas embora algumas melhorias fossem conseguidas, a própria Província não era rica e pouco pôde fazer, e as queixas de pobreza continuaram.[22] Heinrich Handelmann, visitando em 1860, deplorou: "O estado em que se acham ambas as colônias, Três Forquilhas e Torres, as duas juntas aproximadamente mil almas, é portanto lastimável; se os habitantes têm o necessário para a subsistência, entretanto, pela impossibilidade de saída regular dos produtos, falta-lhes o estímulo para incitá-los a serem ativos trabalhadores de lavoura e indústria; cortadas as colônias de toda a comunicação, com a gente da Província e com a velha pátria, elas permanecem como que enterradas no mato, devendo necessariamente degenerar espiritualmente".[23] A situação de estagnação social, cultural, urbana e econômica se prolongou até o início do século XX, chegando a surpreender que o povoado tenha sido erigido, num mesmo ato de 1878, a Vila, e em seguida a Cidade. Natural que perdesse o maior status, sendo reanexada a Osório. Voltou a ser município só em 1890.[21] A Proclamação da República trouxe principalmente agitação política para a cidade, que teve diversos administradores se sucedendo em curto espaço. Outro sobressalto foi a Revolução Federalista de 1893, servindo de passagem para tropas. No mesmo ano começaram a chegar, descendo a Serra, famílias de imigrantes italianos que não conseguiram se fixar na região de Caxias do Sul. E a riqueza para a população continuava a ser coisa desconhecida. O resumo dos cerca de trinta inventários deixados por defuntos entre 1896 e 1898 indica que naquele tempo quase metade das famílias ainda não dispunha de uma mesa de refeições em suas casas.[24][25] Progresso[editar | editar código-fonte] O molhe da Guarita, 1892. Em 1892 a ideia do porto em Torres voltava a ganhar alento. Iniciou-se a construção de um molhes na Praia da Guarita, para abrigar navios que viriam trazer material de construção para o porto verdadeiro. As pedras para o molhes saíram dos próprios morros vizinhos, explodidos com dinamite (os rombos ainda são visíveis), mas em breve o projeto foi abandonado, com apenas 50m de um molhe construído.[26] Na virada para o século XX Torres começou a se tornar notícia frequente nos jornais da capital (mais de trezentas notas entre 1895 e 1912), e a tônica dos debates era o aproveitamento dos canais e lagoas para navegação interna, bem como a velha ideia de construção de um porto;[27] falava-se também na construção de uma ferrovia. Essas obras deveriam certamente acelerar seu crescimento, mas não se realizaram como o esperado. A solução para o atraso socioeconômico e cultural veio de outra parte, quase casualmente.[28] Balneário Picoral em torno de 1925. Salão-refeitório do Balneário Picoral na década de 1930. A nova "zona nobre" de Torres, em torno de 1930. Na mesma época o Brasil procurava se modernizar, e olhava para a Europa em busca de modelos de civilização; assim, entre outras tendências imitadas começou a se notar a adoção pelas elites do conceito europeu de férias e da moda dos banhos de mar, considerados terapêuticos, e com isso começaram a chegar em 1910 os primeiros veranistas, vindos do planalto gaúcho e de Porto Alegre. Mas ainda não havia boas estradas, e a viagem, que durava de três a quatro dias, era um empreendimento trabalhoso, ocorrendo geralmente em carretas ou lombo de mulas e sendo necessário levar comida e outros bens para um conforto mínimo, pois nenhuma estrutura especial para receber esses visitantes ainda fora desenvolvida. Esses veranistas pioneiros geralmente acampavam à beira-mar, ou se hospedavam em uma das pobres pensões do local. Seus costumes eram espartanos, e como relatou Mário de Freitas, os homens assim que chegavam adquiriam um pijama, um par de tamancos, um chapéu de palha de butiá e uma bengala de pau entalhado típica da região. As mulheres usavam de regra apenas um robe de chitão ou opalina, calçando chinelos ou sandálias. Os banhos eram tomados bem cedo, seguindo uma ritualística própria de acordo com as ideias médicas da época, recebendo o banhista somente um número de ondas pré-determinado, o que era repetido por nove banhos, quando o "tratamento" era dado por encerrado.[28] Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem primeiro percebeu e decidiu explorar o potencial para o turismo da cidade: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral imaginou transformar Torres em uma moderna estação balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrienses, instalou seu Balneário Picoral, cuja sede a princípio foi o Hotel Voges, logo chamado Hotel Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres e o maior empreendimento turístico do estado até então. Tinha grandes pavilhões para atividades coletivas como refeições e festas, e uma série de chalés para dormitório, organizados num quarteirão que focalizou a movimentação social de seu tempo e criou em seu redor a "zona nobre" da cidade, inaugurando um promissor caminho econômico alternativo pelo qual a cidade pôde enfim crescer.[10][29] O hábito do verão à beira-mar pouco a pouco se difundiu, e a partir da década de 1920 Torres acabou por ser conhecida pelos riograndenses como um local da moda. A instalação de uma linha de ônibus Torres-Capital tornou as coisas apenas um pouco mais fáceis para os veranistas, pois as estradas ainda não passavam de picadas esburacadas e sujeitas a alagamentos. Sobrevivem crônicas bem-humoradas sobre os passageiros sendo obrigados a empurrar o ônibus atolado no barro e juntas de mulas ou bois a tentar mover o veículo. Isso não parecia incomodá-los. Conforme dizem os relatos, era para eles tudo uma grande e divertida aventura, sabendo que logo estariam desfrutando de momentos de descontração na beira da praia, junto de amigos e parentes.[30][31] Esses novos visitantes trouxeram outros com eles, e mais outros, e a cidade começava a mudar seu perfil urbano, aparecendo pensões, outros hotéis como o Farol e o Sartori, mercados, abrindo-se ruas e se multiplicando as casas de verão. O Balneário Picoral vai então se tornar o centro de encontro de políticos e ricaços do estado, além de organizar em seus salões saraus literários, bailes elegantes e recitais de música. E logo diversos ilustres passaram a comprar terrenos para construir chalés de veraneio requintados, como Borges de Medeiros, Protásio Alves, Possidônio Cunha, Firmino Torely e muitos outros.[31][32] Banhista com trajes da moda, foto publicada na revista A Gaivota, ano XI, nº 11, 1939. Cardoso diz que nesta fase se consolidou a vocação turística da cidade, ao mesmo tempo em que passava a ser vista como um local civilizado, cuja natureza já estava domesticada e posta a serviço do homem, especialmente pelo incentivo de médicos famosos da época, como o próprio Protásio Alves, sempre lembrando os benefícios do contato com o mar e a praia. Mas desde os primeiros momentos dessa elevação a um novo status, Torres já começou a assumir uma identidade peculiar como cidade de veraneio, o que torna as coisas todas muito movimentadas em três meses do ano, enquanto no restante a diminuição do número de pessoas presentes e atividades é marcante. Outra transformação foi o gradual afastamento dos agricultores e pescadores locais da participação integral nesse processo civilizador, construindo-se espaços de socialização e moradia bem diferenciados e exclusivos. Muitos desses nativos, durante o verão, deixavam suas lides habituais e se dedicavam a servir a elite que chegava como faxineiros, babás, cavalariços, cozinheiros, jardineiros, ou empregados nos vários hotéis que iam surgindo. Ao mesmo tempo, por causa desses grupos de forasteiros, a maioria se conhecendo mutuamente e se frequentando, a praia começou a assumir um perfil familiar. Nesse processo de "tomada de posse" e transformação da cidade pelos veranistas, em 1936, no "salão nobre" do Balneário Picoral, várias personalidades se reuniram para criar a Sociedade dos Amigos da Praia de Torres (SAPT), movidas pelo "ardente desejo manifestado pela maioria dos veranistas desta praia no sentido de ser fundada pelos mesmos uma sociedade que encampe e ampare, por todos os meios legais ao seu alcance, as nobres iniciativas que visem o bem-estar, o conforto e a segurança da população". A SAPT efetivamente se tornou daí em diante uma força decisiva na determinação dos rumos da cidade.[33] Na década de 1950, com estradas melhoradas, o progresso começou a chegar mais rápido. Falando naquele mesmo período, Renato Costa narrou sua experiência pessoal: Praia da Cal, anos 1960. Arquivo Nacional. Banhistas na Praia Grande, anos 60 Veranistas na década de 1970, notando-se à esquerda já diversos prédios de vários andares, atestando a transformação urbana. "[...] a situação transmudou-se, completamente. Não só a viagem se faz por excelentes rodovias, como já se verifica uma tendência generalizada para dar-se ao veranista conforto material mais digno e mais eficiente. A visita que fizemos, sábado e domingo últimos, a Torres, constituiu uma surpresa imensa, que nos encheu de orgulho. Não podíamos imaginar que, em tão poucos anos, se pudesse remodelar completamente um lugarejo, como era Torres, toda ela pavimentada (em vésperas de serem asfaltadas as ruas), iluminada amplamente, com um serviço de água corrente límpida e fresca! E o que é mais, com numerosas e magníficas residências particulares de um apurado gosto arquitetônico".[34] As décadas seguintes só viram a confirmação de Torres como cidade turística estacional, ao mesmo tempo em que seus distritos iniciavam a se tornar mais dinâmicos, organizando-se em núcleos urbanos mais ou menos autossuficientes. Essa tendência acabou por levar diversos deles à emancipação. Em 1988 separaram-se Três Cachoeiras e Arroio do Sal; em 1992, Três Forquilhas e Morrinhos do Sul.[35][36] Com o desenvolvimento, que vem se acelerando recentemente, a cidade cresceu, possuindo hoje mais de 30 mil habitantes fixos e uma boa infraestrutura, capaz de acomodar um público flutuante de 200 mil pessoas todos os verões, incluindo muitos estrangeiros, continuando a manter seu prestígio como umas das mais concorridas praias do estado, mas passou a experimentar dificuldades típicas deste processo, tais como o descontrole na ocupação do espaço, degradação do meio ambiente e formação de bolsões de pobreza.[37][38][39] Entre as preocupações atuais da administração pública estão solucionar esses problemas através de um modelo de gestão sustentável, chamando à participação as classes antes excluídas, preservando também a memória e o patrimônio histórico e cultural, fomentando as artes, e procurando romper o esquema da sazonalidade, a fim de diversificar a economia e equilibrá-la ao longo de todo o ano.[40]
ECONOMIA
Algumas informacões sobre a economia e população da cidade. A cidade de Torres localizada no estado de Rio Grande do Sul tem uma área de 160.2 de quilometros quadrados. A população total de Torres é de 34656 pessoas, sendo 16835 homens e 17821 mulheres. A população na área urbana de Torres RS é de 33340pessoas, já a população da árae rual é de 1316 pessoas. A Densidade demográfica de Torres RS é de 216.34. A densidade demegráfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado. Veja mais no link a seguir Densidade Demográfica Wikipedia. Outra informação que temos sobre a população de Torres RS é que 20.86% tem entre 0 e 14 anos de idade; 70.15% tem entre 15 e 64 anos de idade; e 8.99% tem acima de 64 anos de idade. Conforme os dados, a maior população da cidade de Torres localizada no estado de Rio Grande do Sul são as pessoas de 15 a 64 anos de idade, ou seja, existem mais adultos no município. Em termos de ecnomia isso é bom pois tem mais pessoas trabalhando e gerando riqueza para o país. Nos dados do IBGE de 2008, Torres tinha um PIB de 378,4 milhões de reais e um PIB per capita de 11.232,57 reais; um Valor Adicionado Bruto da agropecuária de 18,2 milhões de reais, da indústria de 36,1 milhões de reais e dos serviços de 283,7 milhões de reais; obteve 30 milhões de reais em impostos sobre produtos líquidos de subsídios. Nas finanças públicas, as receitas orçamentárias realizadas chegaram a 52,3 milhões de reais, com uma Dívida Ativa de 2,27 milhões de reais; as despesas orçamentárias realizadas ficaram na faixa dos 46,4 milhões de reais, cerca de metade delas empregadas em pessoal e encargos sociais. Seu valor do Fundo de Participação dos Municípios era de 11,1 milhões de reais. No Cadastro Central de Empresas do IBGE haviam sido registradas 1.961 unidades atuantes, empregando um total de 8.627 pessoas, sendo destas 6.397 assalariadas. O total de salários neste ano chegou a 73,8 milhões de reais, com uma média salarial de 2,3 salários mínimos.[64] A principal atividade econômica da cidade é o turismo.[44] O setor primário responde por 15% da economia do município.[44] A grande maioria dos produtores rurais era, no Censo Agropecuário de 2006, de proprietários individuais, com um total de 5.304 ha, dedicando-se principalmente a lavouras temporárias (3.043 ha) e a pastagens (1.329 ha). As principais culturas em 2009 eram de arroz (20.250 toneladas), banana (4.140 ton), cana-de-açúcar (3.480 ton), mandioca (1.120 ton) e abacaxi (202 mil frutos), seguidas de longe pelo milho (525 ton), fumo (454 ton), tomate (360 ton), batata-doce (140 ton), feijão (81 ton), laranja (39 ton), cebola (30 ton), tangerina (20 ton), alho (8 ton) e amendoim (5 ton). O rebanho de suínos totalizava 11.450 cabeças; os bovinos, 5.317; galos, frangas, frangos e pintos, 2 mil animais, 3.300 galinhas, e criações pequenas de ovelhas, codornas e coelhos. Produziu-se 275 mil litros de leite, 13 mil dúzias de ovos de galinha e 5 mil de ovos de codorna, mais 2.200 kg de mel e 640 kg de lã.[64] A Secretaria da Agricultura, em parceria com a EMATER, vem incentivando a diversificação agrícola através da cultura de maracujá e hortifrutigranjeiros, e implantou açudes para irrigação e piscicultura.[68] Pesca com tarrafa na Praia do Meio. Além disso, é feita a extração de alguns minerais: areia, argila, basalto e arenito. Há ainda um potencial energético em virtude da recente descoberta de uma jazida de turfa, que pode ser usada como combustível, nas imediações da Lagoa do Morro do Forno.[44] Cidade litorânea, Torres também possui atividade pesqueira, que, embora em declínio, vem demonstrando uma tendência de passar da pesca de beira-mar à pesca embarcada,[69] até porque a pesca de beira-mar vinha encontrando dificuldade diante do crescente afluxo de banhistas e surfistas durante o verão. Para evitar conflitos, foi criada legislação especial, definindo áreas permitidas para cada atividade.[70] O poder público vem buscando a capacitação profissional e habilitação legal dos pescadores,[69] bem como promover a pesca artesanal. Os barcos podem pescar até 3 toneladas de peixe por viagem,[71] sendo os mais procurados a tainha, corvina, pescada, abrótea, cação, bagre, linguado, traíra e jundiá. Também se pratica a pesca nas lagoas e rios da região.[68] Em 2010 o governo federal assumiu um compromisso de levar adiante o Projeto dos Molhes do rio Mampituba, que prevê o prolongamento dos dois braços dos molhes e ampliação do calado da barra, para permitir a entrada segura de barcos pesqueiros de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.[72] Loja de móveis de design em Torres. A indústria, ainda incipiente, representa em torno de 5% da atividade econômica torriense. Em 1996 havia 51 indústrias instaladas, predominando as de móveis e esquadrias, vestuário e processamento de produtos primários (engenhos de cana-de-açúcar, destilarias de aguardente, descascadores de arroz, estufas de fumo, indústrias caseiras de alimentos). Por outro lado, o comércio, em função do turismo, é bem desenvolvido, com destaque para os setores alimentício, com uma participação de 17,80%, tecidos, vestuários e calçados, com 3,36%, bens de consumo duráveis, com 2,77% e ferragens, ferramentas e materiais de construção, com 2,67%. O comércio é essencialmente varejista, com um percentual de 31%, além do comércio atacadista, que representa 7% da economia. O mesmo fator turístico, representando praticamente 40% da receita total do município, é um dos maiores responsáveis pela explosão na construção civil verificada em anos recentes.[44] Somente em 2010 foram construídos 30 prédios residenciais, e desde 2008 o número chega a 117, predominando investimentos de alto e médio padrão; o desafio agora é conciliar as necessidades de desenvolvimento urbano com a preservação ambiental.[39] O setor de serviços contava em 1999 com 516 empresas cadastradas, privilegiando os setores de turismo e de reparos, manutenção e mecânica. com 8,33%. Conta com agências dos bancos Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banrisul, Sicredi e Bradesco.[44] Turismo[editar | editar código-fonte] Veranistas desfrutando na Praia da Cal no verão de 2011. Ao fundo, o Morro das Furnas. Torres vive essencialmente em torno do turismo que sua bela paisagem natural e suas praias de banho favorecem. Esta vocação turística, como já se aludiu, foi intuída no início do século XX por José Picoral, o primeiro a vislumbrar a cidade como um balneário atraente para os habitantes do interior do estado, especialmente de Porto Alegre, oferecendo uma infra-estrutura hoteleira básica. A partir de sua iniciativa, em breve Torres se tornara um balneário da moda para os riograndenses, e tal fama ainda persiste hoje. Segundo dados da Prefeitura, Torres atualmente recebe entre dezembro e fevereiro "400 mil turistas, o número de veranistas fixos durante o veraneio está em torno de 100 mil, e vem aumentando consideravelmente a cada ano". A população flutuante no verão pode chegar a 200 mil pessoas.[37] A cidade, por isso, já desenvolveu sólida infra-estrutura turística, com grande número de hotéis de todos os níveis e tipos, incluindo pousadas e hotéis para cães, e boa oferta de serviços.[73] Variados eventos organizados na cidade também atraem apreciáveis contingentes de público visitante. Por exemplo, o 13º Motobeach levou a Torres no Carnaval de 2011 mais de 40 mil pessoas especialmente interessadas na competição.[74] Eventos, festas, feiras, mostras, competições, atividades culturais e artísticas são promovidos não só no verão, quando são certamente mais numerosos, mas também ao longo de todo o ano. Destes talvez o mais importante seja o Festival Internacional de Balonismo, realizando-se entre abril e maio. É considerado um dos maiores festivais de balonismo do mundo, estando já em sua 23ª edição em 2011. No festival anterior houve um número recorde de participantes, que exibiram ao público mais de 40 balões.[75][76][77] Mas também são organizados inúmeros eventos mais voltados para a população residente, embora tenham interesse turístico, como o Arraial Fest Torres, uma Festa Junina oficial de caráter familiar,[78] mostras de artesanato de associações comunitárias[79] e as comemorações locais da Semana Farroupilha.[80]
TURISMO
Prefeitura de Torres. O Poder Executivo é representado pelo prefeito Carlos Alberto Matos de Souza (PP) e pelo vice-prefeito Fábio Amoretti (PP), que ocupam os cargos desde janeiro de 2017. A atual administração conta com 9 secretarias, além da Procuradoria-Geral do Município. Estes oficiais coordenam uma série de outras instâncias administrativas, entre órgãos e projetos.[81] O Poder Judiciário local é exercido através da Comarca de Torres, que atende a sete municípios.[82] O Poder Legislativo é exercido em primeira instância pela Câmara Municipal, cuja Mesa Diretora é presidida pela vereadora Gisele Maria Duarte Rodrigues, do PP e tem como vice-presidente o vereador Rogerio Evaldt Jacob, do PDT.[83] Compõem a XVII Legislatura (2017-2020) treze vereadores, sendo quatro do PMDB, um do PT, três do PP, um do PTB, dois do PDT, um do PRB e um do PROS.[84] A cidade possuía em 2016 28.399 eleitores.[85]

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