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Veja o que os alunos estão falando sobre o Curso

grade curricular

 

Conheça a GRADE CURRICULAR do curso

MÓDULO 01 APRESENTAÇÃO

  • Boas vidas e apresentação do curso de Adestramento A Jóia do Infinito

MÓDULO 02 CONHECENDO A HISTÓRIA E O COMPORTAMENTO CANINO

  • A história do relacionamento entre cães e humanos no Brasil.
  • Comportamento Canino

MÓDULO 03 ESTUDANDO OS CONCEITOS CIENTÍFICOS, E METODOLOGIAS

  • Conceitos
  • Reforço Positivo, Reforço Negativo e Punição

MÓDULO 04 DIDÁTICA PARA COM O CLIENTE E TÉCNICAS DE ADESTRAMENTO

  • Visita ao cliente, como agir
  • Entendendo o contexto para mudar o comportamento do cão
  • Carregamento do clicker

MÓDULO 05 INICIO DAS AULAS PRÁTICAS, CONCEITOS PARA EXTRAÇÃO DE COMANDOS

  • Carregar o clicker na prática
  • Como criar um aprendizado sem falhas
  • Como criar um aprendizado sem falhas, vídeo
  • Generalizando os comandos com indução (usando petisco perto do nariz como moeda de troca)
  • Carregamento da base, significado
  • Generalizando comandos troca de posições, senta, deita, de pé com contato (toque)
  • Generalizando cão inseguro
  • Descriminando comandos (descriminar é colocar comandos verbais)
  • Descriminando comandos Parte 2
  • Descriminando comandos Parte 3

MÓDULO 06 AULAS BÔNUS

  • Todo mês uma aula nova e exclusiva para os alunos

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Conheça o Adestrador Alexsandro Epping

 

Curso para Adestradores de Cães centro canino walkerdog Olá meu nome é Alexsandro Epping, sou proprietário do Centro Canino WalkerDog. Venho convidar você que assim como eu quer trabalhar com o que ama, TRABALHAR ADESTRANDO CÃES!

Sou Formado em comunicação e Marketing, atualmente curso História na Unicesumar e Gestão de Empresa na Anhanguera

Realizou os seguintes cursos:

  • Treinamento tático com cães. Local Quinto batalhão de suprimento Curitiba com Sub tenente Marcos Goes
  • Treinamento de busca e resgate com cães, faro de entorpecente, busca e captura. Local: Marau RS. Instrutores: sargento do POE Antonio Rodrigues, RS, instrutores da K9 do Uruguai, EUA e Colombia

  • Em 10 anos o instrutor Alex buscou mais de 30 cursos e seminários no Brasil e no exterior, sendo cursos e semanários no valor de R$ 2.000 a R$ 5.000,00. Como orientador na formação de adestradores de cães de guarda também se especializou na área da segurança em cursos homologados pela Polícia Federal e ainda buscou qualificação didática de e ensino superior como instrutor na formação de alunos em seguimentos como adestradores.

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    Dados de atuação:
    O adestrador Alexsandro Epping é responsável pela formação de adestradores na WalkerDog, adestrador responsável pelo treinamento de cães condenados a eutanásia por vigilância sanitária de diversos municípios, adestrador do cães em treinamento da WalkerDog, palestrante sobre comportamento canino em várias empresas escolas técnicas e faculdades.

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    Título: Curso de Adestramento de Cães em Bom Despacho Minas Gerais
    Criado em 28/05/2020 - Publicado em - Atualizado em 28/05/2020
    Centro Canino WalkerDog
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    Dados de Bom Despacho - MG
    Area em km2= 1223
    Populacao = 45624
    PIB Per Capta = R$ 0

    HISTORIA
    A Vila de Bom Despacho em 1881. O processo de ocupação do município se iniciou em meados de 1770,quando foi erguida a Igreja Cruz do Monte.Nas imediações da Igreja foram erguidas construções,que ajudaram na formação do Arraial da Nossa Senhora do Bom Despacho.[carece de fontes?] Em 1812 o Arraial atingiu a condição de instituição civil.O Município se emancipou em 1 de junho 1912 desmembrando-se de Santo Antônio do Monte.[carece de fontes?] A história de Bom Despacho tem origem nos tempos do Brasil colonial, onde a vasta região da capitania de Minas Gerais era, em grande parte, coberta por densas florestas. Local de desbravamento pelos bandeirantes, o território, de acordo com indícios arqueológicos, foi habitado originalmente por índios cataguás. A região foi ocupada por portugueses e luso-brasileiros nos fins do século XVI. Entre os primitivos exploradores, podem ser citados: Sebastião Marinho (1592); o capitão-mor João Pereira de Souza Botafogo (1596); Afonso Sardinha e João de Prado (1594 a 1599); e Félix Jaques (1616). Nos tempos das bandeiras, Minas foi explorada através de várias incursões, motivadas pelo aprisionamento de indígenas, pela necessidade de mapeamento ou pela busca de ouro, metais e pedras preciosas. Todavia, nenhuma dessas incursões resultaram no povoamento do território, que só deu indícios no século XVII, quando bandeirantes paulistas descobriram minas de ouro no Vale do Tripuí e a região recebeu grande quantidade de pessoas. Neste período, a extração aurífera oferecia rápida possibilidade de enriquecimento. Assim, o forte contingente populacional que afluiu para a região contribuiu para a formação de vários centros urbanos, entre eles, Ouro Preto, Sabará, Diamantina e Pitangui, vila próxima à região onde hoje situa-se Bom Despacho. Os primeiros achados de ouro em Pitangui compreendem os anos 1694 a 1702, quando milhares de pessoas se dirigiram para a localidade. Em poucos anos, Pitangui tornaria-se Vila de Nossa Senhora da Piedade de Pitangui, centro difusor das incursões e povoamentos do Alto São Francisco.[17] Uma comitiva liderada por Antônio Rodrigues Velho - conhecido como Velho da Taipa, um dos fundadores de Pitangui, José de Campos Bicudo e Gervásio de Campos Bicudo, resultou na exploração de grande parte das terras onde hoje se localiza Bom Despacho. Ao que tudo indica, através de uma carta de sesmaria, datada de 1715, Gervásio, minerador e sertanista, foi o primeiro a possuir o título destas terras. No entanto, embora não tendo encontrado documentos que indiquem a história dessa sesmaria, sabe-se que Gervásio retornou à São Paulo, sua cidade, por volta de 1725 e as terras tornaram-se devolutas.[carece de fontes?] A título de curiosidade, um dos companheiros de entradas do Velho da Taipa era Manoel Picão Camacho, figura que se encontra presente nas crônicas e contos que relatam as origens de Bom Despacho. Apesar de sua presença na região, e um rio próximo ter sido denominado com seu nome, Picão Camacho – também conhecido como Picão Camargo – não fixou residência na região, nem foi um dos primeiros homens “civilizados” a andar nas terras de Bom Despacho, como já se acreditou segundo a tradição oral.[18] Em 1736, Gomes Freire de Andrade, governador da capitania de Minas, promoveu o povoamento do oeste mineiro, autorizando a formação de duas bandeiras particulares para invadir o quilombo de Campo Grande, localizado no atual Centro-Oeste de Minas. A partir disto, vários caminhos foram abertos ao redor do território e, em 1737, sesmarias foram concedidas a capitães donatários, iniciando o povoamento da região. Ademais, na segunda metade do século XVIII, a economia de Minas entrou numa nova fase. Com o declínio da produção aurífera, mineradores e garimpeiros saíram da vila de Pitangui, em busca de novos meios de subsistência. Dava-se início à “corrida para os sertões”, na procura de terras propícias para lavoura e criação de gado. Assim surgiam as primeiras fazendas de gado e o espaço começou a ser ocupado. Contudo, como demonstra Queiroz, a região já era povoada por aldeias de escravizados fugitivos.[19] Os quilombos eram não só um local de refúgio para os negros submetidos à escravidão, mas também de resistência. Segundo Orlando de Freitas, até esse período, o território de Bom Despacho era conhecido por meio de três divisões referentes à localização. Eram as “Paragens do Rio Lambari, “Paragens do Rio Picão” e “Paragens do Rio São Francisco”.[20] Nestas áreas, entre os rios São Francisco e o Lambari, haviam diferentes quilombos, fator importante para o povoamento do que hoje é Bom Despacho. Todavia, a existência deles atrapalhava o processo de ocupação da região. Por isso, o governador Gomes Freire, entre 1755 e 1770, ofereceu recompensas em terras e dinheiro para aqueles que combatessem os quilombolas do local. Destarte, entre os anos 1755 e 1800, dezenas de pessoas, principalmente provindas de Pitangui, dirigiram-se a atual região de Bom Despacho. A ocupação efetiva da região se deu através da chegada, em 1758, de uma das equipes responsáveis por combater quilombolas. Capitães do mato e suas tropas, junto com milícias de Pitangui, começaram a debelar os quilombos e, em busca de abrigo e proteção, estabeleceram-se na atual região da Cruz do Monte, situada na Tabatinga. Local que servia, ainda, como um posto de observação para os combatentes. De acordo com Freitas, o número de milicianos que se dirigiram para as paragens do Picão foi grande.[21] Um pequeno número de povoadores ficou conhecido, entre eles: os alferes Barnabé Alves, Custódio Vieira Lanhoso, Luís Ribeiro da Silva e dois capitães, João Gonçalves Paredes e Pedro Vaz de Melo. Em pouco tempo, uma ermida seria construída no local. Segundo a historiadora Sônia Queiroz, em 1765 a região já possuía 24 casas, cujos habitantes dedicavam-se à pecuária e agricultura para fins de subsistência.[22] Nos tempos seguintes, as terras ocupadas pelos primeiros povoadores foram, aos poucos, sendo subdivididas e compradas por outros proprietários. É interessante observar que a concessão de sesmarias era vinculada ao número de escravos possuídos pelo requisitante.[23] A região integrava a Sesmaria do Picão, cujo dono era João Gonçalves Paredes. O território foi vendido ao alferes português Luís Ribeiro da Silva em 1772, e denominado como Campo Alegre. O alferes, ao contrário do que já se acreditou, não foi o “fundador” de Bom Despacho mas, de fato, doou as terras para o Patrimônio de Nossa Senhora do Bom Despacho, onde já existia uma capela e o processo de povoamento já havia se iniciado. Luís Ribeiro foi, por outro lado, um dos fundadores da Irmandade de Nossa Senhora do Bom Despacho, cujo objetivo era levantar fundos para a reforma da ermida. Surgia, paulatinamente, um povoado que com o tempo perdeu seu nome original, passando a ser chamado de Tabatinga. O nome Bom Despacho foi o primeiro nome do arraial nos trâmites eclesiásticos e judiciais. Nos tempos do Brasil colonial, a Igreja desempenhava um importante papel junto ao governo. Assim, era comum que os núcleos populacionais tivessem grande participação eclesiástica. A designação “Bom Despacho” designava, assim, o conjunto religioso do povoado, uma vez que era a capela o ponto de referência local. Na tradição oral, há controvérsias a respeito do nome. Uma vertente o atribui à devoção do fundador da capela, Luís Ribeiro da Silva que, como outros portugueses, era procedente da Província do Minho, norte de Portugal, local onde o culto a Nossa Senhora do Bom Despacho era fervoroso. Outra corrente afirma que a denominação surgiu na ocasião de uma seca prolongada, ocorrida entre 1767 e 1770, penalizando pessoas, animais e lavouras. Então os devotos de Nossa Senhora do Bom Despacho fizeram súplicas e orações pedindo chuva. Por terem suas súplicas atendidas, começaram a chamar o arraial de Nossa Senhora do Bom Despacho do Picão que, aos poucos, tomava forma. Na época, a principal atividade econômica desenvolvida na região era a criação de gado, a produção de rapadura e aguardente, além das culturas de arroz, milho, mandioca e algodão.[24] Além de Luís Ribeiro da Silva, outros nomes foram apontados nas fontes como os principais povoadores de Bom Despacho, entre eles: Domingos Luís de Oliveira, Manuel Ribeiro da Silva e o Padre Vilaça, que chegaram na localidade por volta de 1765. Manuel Ribeiro foi, inclusive, o responsável pelo surgimento da fazenda Ribeiro, mais tarde Engenho do Ribeiro. Em 1813 foram registrados alguns dados estatísticos de Bom Despacho que demonstravam uma população estimada em 1.532 habitantes. Destes, os livres eram: 559 brancos; 492 “mulatos” e 41 negros. Além de 416 negros e 24 “mulatos” escravizados. Na época, o arraial já contava com um professor particular, Miguel Furtado de Mendonça, responsável pela educação dos filhos da aristocracia rural, que dominava a região. Em 1853, foi fundado o primeiro estabelecimento comercial do arraial, a Casa Assumpção. O proprietário era Faustino Antônio Assumpção, e seu comércio era famoso por vender um pouco de tudo: tecidos, ferragens, armarinho, material de construção, bebidas, cereais, açougue, verduras, óleo lubrificante, brinquedos, caixão ou seja, uma infinidade de mercadorias. Posteriormente, em seu lado externo, a casa de comércio ainda teria uma bomba de gasolina. O pequeno distrito começou a se denvolver ao longo dos anos 1800 e não demoraria muito para o tema da emancipação surgir.[25] Em 1880, a freguesia de Bom Despacho desmembrou-se de Pitangui, passando a pertencer ao município de Inhaúma, atual Santo Antônio do Monte. Neste período, Bom Despacho tinha como vigário o famoso italiano Nicolau Ângelo Del Duca. Defensor do local, uniu um grupo de cidadãos para defender a independência municipal. O padre foi uma liderança entre a população e requereu durante anos, junto com a comunidade, a elevação do arraial à categoria de Vila. No entanto, o tema já perambulava pela Assembleia Provincial em 1872, quando o Deputado Gustavo Xavier Capanema discursou em favor da elevação da freguesia a vila. Um dos argumentos usados por Capanema foi a presença de fazendeiros abastados no povoado, todos, inclusive, possuidores de escravos. Em 1900 foi inaugurada uma bica de água, instalada num paredão de pedra na região central da freguesia. Realizada por meio do Vigário Nicolau Del Duca, a “Biquinha” configurou-se como um dos marcos iniciais da Vila de Nossa Senhora do Bom Despacho. O local era usado para descanso de bandeirantes e aventureiros nos tempos mais antigos, e passou a ser utilizado pelas lavadeiras, para o abastecimento das casas próximas e espaço de lazer para muitas crianças. A emancipação[editar | editar código-fonte] Em 30 de agosto de 1911, através da Lei n° 556, Bom Despacho foi elevada a categoria de município.[26] Neste contexto, a cidade possuía apenas dois mil habitantes na área urbana e dezesseis mil em todo o território. Em 1912 a Vila foi efetivamente instalada e seu primeiro grupo de vereadores foi eleito. Procedeu-se a instalação da Câmara Municipal, cujo presidente era o coronel Faustino Antônio de Assunção Filho. Naquele momento, outras figuras de Bom Despacho também presenciavam satisfeitas com o acontecimento, entre eles: Gustavo Lopes Cançado, Faustino Assunção Teixeira, Aníbal Gontijo, Pedro de Paula Gontijo, Manuel Marques Gontijo, Francisco Lopes Cardoso, Antônio Marques Gontijo Sobrinho, Gervique José da Silva, capitão José Antônio Cardoso, coronel Segismundo Marques Gontijo, Flávio Xavier Lopes Cançado, Antônio Marques Gontijo, Joaquim Alves de Carvalho, Alfredo Alves Machado, Antônio Guerra da Silva, Antônio Lopes Cançado. A cidade[editar | editar código-fonte] Nos anos subsequentes, entre 1912 e 1920, foi criada a primeira escola pública estadual, o Grupo Escolar de Bom Despacho - atual Escola Municipal Coronel Praxedes. Também foram criados o Fórum, a Cadeia, o Clube Bom Despacho, o Aeroclube, e foi fundada a Companhia Força e Luz de Bom Despacho e a construção da Santa Casa. No início da década de 1920, consolidou-se a construção da Estrada de Ferro Paracatu que trouxe desenvolvimento social, urbano e cultural para Bom Despacho. Um empreendimento deste porte custou, além de recursos financeiros, recursos humanos. Desta forma, muitos trabalhadores migraram para a cidade em busca de emprego na ferrovia. Para recebê-los, foram erguidos galpões para alojamento de funcionários, oficinas de reparo das locomotivas, o Escritório Central e uma Vila Operária dos Funcionários da Estrada de Ferro Paracatu, construída em 1927. A Estação Ferroviária foi inaugurada em 21 de outubro de 1921 e marcou um período de desenvolvimento urbano, econômico, social e cultural da cidade. Com a unificação das estradas férreas pelo acordo firmado entre o Governo Federal e o Estadual, o Escritório Central e as oficinas passaram, então, para Divinópolis. Disto, decorreu o esvaziamento da Vila Operária. Todavia, em julho de 1931, Flávio Cançado Filho, prefeito de Bom Despacho na época, conseguiu junto à Olegário Maciel, bom-despachense e governador de Minas, a implantação do Sétimo Batalhão de Caçadores Mineiros da Força Pública do Estado de Minas Gerais a ser instalado na vila. A partir daí, as 97 casas da Vila Operária foram ocupadas por Caçadores Mineiros, denominando-se Vila Militar. Ainda nos anos 20, a cidade iniciou a construção da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Despacho. Idealizada pelo Pe. Augusto Ferreira de Andrade, a construção da Matriz demandou mais de vinte anos, sendo dificultada pelas interpéries do tempo nas estações de chuva, e pela instabilidade econômica da época. A igreja foi erguida com a ajuda de toda a população. Operários da Estrada de Ferro Paracatu, soldados do Batalhão, e os mais variados cidadãos contribuiram de alguma forma, a população participou efetivamente para a construção, seja trabalhando de forma voluntária, através de campanhas para arrecadação de doações, rifas, leilões, barraquinhas e quermesses. Desta forma, num misto de fé e força de vontade, Bom Despacho se uniu em prol da efetivação da nova Igreja, consolidada em 1948. Na década de 30, também foi criada a primeira grande indústria da cidade, a Fábrica de Tecidos Aliança Bondespachense. Pela Lei estadual n. 336 de 1948, foi criado o Distrito do Engenho do Ribeiro e anexado ao município de Bom Despacho. Neste período, Araújos e Moema também eram distritos, mas foram desmembrados em 1953. Nos anos 1950, a área educacional foi palco de grande desenvolvimento, com a criação do Ginásio Estadual e a inauguração do Curso de Formação de Professores Primários e do Colégio Tiradentes no Sétimo Batalhão. Durante a década de 1960, a Cemig, a Copasa e a Telemig chegaram ao município, trazendo progresso tecnológico e mais conforto para os habitantes. Ainda foi construída a rodovia BR-262, que proporcionou impulso industrial na região, sendo implantados três altos fornos para a produção de ferro gusa, gerando empregos e impostos para a cidade. Nos anos 1970, a cidade passou por diversas obras de urbanização, com alargamento, pavimentação e abertura de novas ruas. Nas décadas seguintes, a rede de esgoto foi estendida e foram criados o Distrito da Cemig, a Agência do INSS e a 28ª Delegacia Regional de Polícia. O Velório Municipal, a Rodoviária e o Pronto Atendimento foram fundados. A partir dos anos 2000, a cidade recebeu sua primeira universidade, a FUNPAC – Fundação Universidade Presidente Antônio Carlos, posteriormente chamada de UNIPAC, ALIS e atual UNA, oferecendo diversos cursos superiores a população. Foi instalado, ainda, o SESC-Laces, pólo de entretenimento e lazer em Bom Despacho. Mais recentemente, a cidade foi agraciada com um hemocentro para atender os habitantes com problemas renais e a Universidade Aberta do Brasil – UAB, que oferece ensino de qualidade à distância e gratuito.[27]
    ECONOMIA
    Algumas informacões sobre a economia e população da cidade. A cidade de Bom Despacho localizada no estado de Minas Gerais tem uma área de 1223.9 de quilometros quadrados. A população total de Bom Despacho é de 45624 pessoas, sendo 22625 homens e 22999 mulheres. A população na área urbana de Bom Despacho MG é de 42963pessoas, já a população da árae rual é de 2661 pessoas. A Densidade demográfica de Bom Despacho MG é de 37.28. A densidade demegráfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado. Veja mais no link a seguir Densidade Demográfica Wikipedia. Outra informação que temos sobre a população de Bom Despacho MG é que 21.72% tem entre 0 e 14 anos de idade; 69.99% tem entre 15 e 64 anos de idade; e 8.29% tem acima de 64 anos de idade. Conforme os dados, a maior população da cidade de Bom Despacho localizada no estado de Minas Gerais são as pessoas de 15 a 64 anos de idade, ou seja, existem mais adultos no município. Em termos de ecnomia isso é bom pois tem mais pessoas trabalhando e gerando riqueza para o país. Evolução do PIB nominal e comparação com Brasil[46] Bom Despacho Brasil Ano R$ Crescimento (%) R$ Crescimento (%) IPCA 2018 x bilhão % 6.800 trilhões 3,69% 3,7455% 2017 x bilhão % 6.558 trilhões 4,66% 2,9473% 2016 1,147 bilhão 9,49% 6.266 trilhões 4,43% 6,2881% 2015 1,047 bilhão 4,67% 6.000 trilhões 3,84% 10,6735% 2014 1,000 bilhão 7,90% 5.778 trilhões 8,38% 6,4076% 2013 926,8 milhões 14,21% 5.331 trilhões 10.73% 5,9108% 2012 811,5 milhões 10,74% 4.814 trilhões 10,00% 5,8386% 2011 706,7 milhões 12,12% 4.376 trilhões 12,64% 6,5031% 2010 630,3 milhões 53,95% 3.885 trilhões 101,65% 5,9090% 2005 409,4 milhões 117,53% 2.170 trilhões 79,03% - 2000 188,2 milhões - 1.199 trilhões - Principais produtos agrícolas - (2017)[47] Produto Produção (t) Área colhida (ha) Eficiência (t/ha) Cana de açúcar 117.600 2.100 56 Milho 8.850 1.550 5,70 Soja 5.208 1.980 2,63 Laranja 1.800 60 30 Mandioca 1.400 70 20 Feijão 1.020 400 2,55 Cebola 1.000 25 40 Melância 570 19 30 Alho 72 6 12 Banana 48 2 24 Borracha 36 12 3 Limão 15 1 15 Arroz 12 5 2,4 Emprego[editar | editar código-fonte] Bom Despacho, até 2010, contava com uma população economicamente ativa ocupada de 23.653 pessoas. Já a população economicamente ativa desocupada era de 1.781 pessoas. A inativa era de 7.856 pessoas. Características da mão de obra - Bom Despacho 2000 2010 % dos ocupados com ensino fundamental completo 43,38 57,31 % dos ocupados com ensino médio completo 29,25 40,00 % dos ocupados com rendimento de até 1 salário mínimo 44,53 11,38 % dos ocupados com rendimento de até 2 salário mínimo 77,24 66,86 Percentual dos ocupados com rendimento de até 5 salários mínimo 91,95 92,68 Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, 2013. Em torno de 12,59% das pessoas com idade de 18 anos ou mais e ocupadas no município, em 2010, trabalhavam no setor agropecuário, 0,11% na indústria extrativa, 14,09% na indústria de transformação, 8,26% no setor de construção, 0,98% nos setores de utilidade pública, 18,39% no comércio e 41,51% no setor de serviços.[48] No ano de 2013 havia em Bom Despacho 10.808 empregos formais, isto é, empregos com carteira assinada. Em 2014 esse número aumentou para 11.331.[49] Emprego - Bom Despacho[50] 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 1º Tri/2019 Admissões 4.180 4.539 4.617 5.725 5.556 5.788 6.907 6.662 5.706 4.255 4.467 4.917 1.441 Demissões 4.109 4.408 4.281 5.362 5.434 5.417 5.938 6.461 5.782 4.354 4.502 4.846 1.305 Criação líquida de emprego 71 131 336 363 122 371 969 201 -72 -99 -35 71 136 Fonte: Ministério do Trabalho, CAGED (2019). Pobreza e renda[editar | editar código-fonte] A renda per capita média de Bom Despacho cresceu 25,1% no intervalo entre o ano 2000 e 2010, ao passar de R$647,07 para R$809,90. O Índice de Gini é um indicador utilizado para medir o grau de concentração de renda em uma sociedade. Numericamente, varia de 0 a 1, quanto mais perto de 0 menor a desigualdade de renda e, por outro lado, quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade de renda. Bom Despacho obteve um Gini de 0,59 em 2000 e 0,49 no ano de 2010. Ou seja, neste período houve queda da desigualdade de renda entre as pessoas. A proporção de pessoas pobres, isto é, indivíduos com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 (a preços de agosto de 2010), alcançou 2,96% da população total. Indicadores sociais - Bom Despacho 2000 2010 Renda per capita (em R$) 647,07 809,90 % de extremamente pobres 2,35 0,66 % de pobres 13,29 2,96 Índice de Gini 0,59 0,49 Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, 2013. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) de Bom Despacho divulgado em 2010 alcançou nota de 0,750, o que situa esse município na faixa de desenvolvimento humano alto (IDH-M entre 0,700 e 0,799). A dimensão que mais contribuiu para o IDH-M de Bom Despacho foi o item Longevidade, com índice de 0,861. Logo depois veio a Renda, com índice de 0,742, e em seguida a Educação, com índice de 0,661. Com isso, Bom Despacho ocupa a 551ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros, isto significa que a cidade faz parte dos primeiros 10% daqueles municípios com melhor desenvolvimento humano no País. Índice de Desenvolvimento Humano - Bom Despacho 2000 2010 IDH-M 0,665 0,750 IDH-M Educação 0,529 0,661 IDH-M Longevidade 0,786 0,861 IDH-M Renda 0,706 0,742 Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, 2013. Finanças Municipais[editar | editar código-fonte] Prefeitura Municipal de Bom Despacho Receita Total[51]- R$ milhões 2014 2015 2016 2017 2018 Receita Total 86.042 98.401 116,9 120,9 125,8 Prefeitura Municipal de Bom Despacho Receita Tributária[52] - R$ milhões 2014 2015 2016 2017 2018 IPTU 4,2 5,1 6,1 6,5 6,7 ISS 4,4 6,0 6,2 7,2 7,8 ITBI 2,6 2,2 2,0 2,1 2,1 Prefeitura Municipal de Bom Despacho Fundo de Participação dos Municípios - FPM[52] 2014 2015 2016 2017 2018 Transferência - FPM R$23,1 milhões R$24,5 milhões R$ 28,5 milhões R$ 27,5 milhões R$ 29,3 milhões Prefeitura Municipal de Bom Despacho Despesa Total[51] - R$ milhões 2014 2015 2016 2017 2018 Despesa Total 76,3 94,2 106,0 112,0 117,2 Prefeitura Municipal de Bom Despacho Aplicação de recursos na Saúde e Educação[52] % Limite mínimo 2014 2015 2016 2017 2018 Saúde - 15% 29,1 24,8 26,7 30,9 27,3 Educação - 25% 27,1 28,0 28,7 28,4 32,9
    TURISMO
    1 História 1.1 A emancipação 1.2 A cidade 2 Geografia 2.1 Clima 3 Demografia 3.1 Religião 3.2 Imigração alemã 4 Administração pública 5 Economia 5.1 Emprego 5.2 Pobreza e renda 5.3 Finanças Municipais 6 Infraestrutura 6.1 Saúde 6.2 Educação 7 Lazer e turismo 8 Cultura 9 Prêmios 10 Filhos ilustres 11 Ver também 12 Referências 13 Ligações externas

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    Sobre Cursos EAD

    Educação a distância (em inglês: distance education) é uma modalidade de educação mediada por tecnologias em que discentes e docentes estão separados espacial e/ou temporalmente, ou seja, não estão fisicamente presentes em um ambiente presencial de ensino-aprendizagem.

    A EaD, em sua forma empírica, é conhecida desde o século XIX. Entretanto, somente nas últimas décadas passou a fazer parte das atenções pedagógicas. Ela surgiu da necessidade do preparo profissional e cultural de milhões de pessoas que, por vários motivos, não podiam frequentar um estabelecimento de ensino presencial, e evoluiu com as tecnologias disponíveis em cada momento histórico, as quais influenciam o ambiente educativo e a sociedade.

    A EaD também é considerada um recurso que contempla as necessidades de desenvolvimento da autonomia do aluno. O desenvolvimento da autonomia é considerado, por teóricos tais como Jean Piaget e Constance Kamii, peça chave do processo de aprendizagem, no qual o aluno é o foco e o professor possui papel secundário, pois apenas orienta o aluno que por sua vez escolhe o ritmo e a maneira como quer estudar e aprender, de acordo com suas necessidades pessoais.